
Há quem diga que o livro Peter Pan, escrito por J. M. Barrie, foi inspirado na perda de seu irmão David, que faleceu num acidente ocorrido quando patinava no gelo. Segundo alguns artigos, a mãe de Barrie nunca se recuperou pela perda do filho mais velho, que falecera contando com apenas 13 anos de idade.
David, devido ter morrido ainda tão jovem, seria um eterno menino.
Na obra, Peter de fato, não queria crescer, pois continuaria vivendo suas aventuras num mundo totalmente mágico: A terra do nunca.
Com base nas históricas de Peter Pan, a psicologia estuda uma provável Síndrome (Conjunto de sintomas que possuem origens distintas e caracterizam um adoecimento específico).
A síndrome de Peter Pan, também conhecida como “Síndrome do homem que nunca cresce”, se caracteriza pela rejeição ao envelhecimento, entre outros. Porém, se você apresenta este sintoma, fique tranquilo. A síndrome de Peter Pan não tem comprovações científicas de que se trata de uma doença psicológica real. Ou seja, não é reconhecida como transtorno mental. (eu sei que houve suspiros de alívio agora...).
Na minha concepção, é totalmente compreensivo que chegando certa fase do desenvolvimento humano, queira se parar de crescer e dizer pra si mesmo: chega, pode parar porque aí já está bom.
A magia e as aventuras dão lugar às responsabilidades, que só aumentam. E com isso, as cobranças surgem de toda parte. De repente, você não pode mais chorar e gritar por sua mãe. Não se pode mais, pedir ao médico que lhe prescreva antibiótico ao invés de bezetacil, porque aquela injeção desgraçada dói demais.
Do nada, acabam as mesadas e você é o responsável por suas contas (quer saber, nunca tive mesada).
Agora, é hora de administrar tuas contas e ficar atento se vencem de acordo com o dia em que você recebe, se a compra que fizeste cabe ou não, dentro do teu orçamento. Que difícil! Não sei, mas tenho a impressão de que os cálculos se equivocam continuamente...
Como num piscar de olhos o ensino médio chega ao final, você se forma e todo mundo te pergunta: o que vais cursar?
Ah, como é bom quando se aprende a sonhar desde cedo, “o que você vai ser quando crescer?”.
Quando somos crianças tudo é mais fácil. Hoje se quer ser médico, amanhã ser professor... Mas quando a idade chega o sonho não fala por si só. Agora, ele vem acompanhado de campo de trabalho, salário que a profissão atribui e a maldita concorrência.
Então, escolhe-se pelo que consideramos ser mais lucrativo. Afinal, poucos são os que podem se dar ao luxo de estudar o curso esse ou aquele, só porque está na moda.
O curso chega ao fim, não se pode mais usar a desculpa de que és estudante ou estagiário quando erra feio em algo que foi atribuído a você. E nem pensar em declinar competência, agora és um profissional formado.
Quando se está estudando, há estágios por toda parte, se “pula de galho em galho”, se “vira” como se pode.
Fim de meta, cobranças maiores. Vais trabalhar com quem? Onde? Com o que?
Tantos anos estudando, tanto dinheiro aplicado, tantos dias sem dormir, tanta sola de sapato... Faça chuva, faça sol... E você ali, firme e forte. A espera do “fim”. O final chega, conclui-se: é apenas o começo.
É evidente que todos nós temos medo de fracassar. Seja em relacionamento, seja profissionalmente... Em qualquer área da vida, o medo de todo ser humano, sujeito a falhas, é o mesmo: MEDO DO FRACASSO.
David, devido ter morrido ainda tão jovem, seria um eterno menino.
Na obra, Peter de fato, não queria crescer, pois continuaria vivendo suas aventuras num mundo totalmente mágico: A terra do nunca.
Com base nas históricas de Peter Pan, a psicologia estuda uma provável Síndrome (Conjunto de sintomas que possuem origens distintas e caracterizam um adoecimento específico).
A síndrome de Peter Pan, também conhecida como “Síndrome do homem que nunca cresce”, se caracteriza pela rejeição ao envelhecimento, entre outros. Porém, se você apresenta este sintoma, fique tranquilo. A síndrome de Peter Pan não tem comprovações científicas de que se trata de uma doença psicológica real. Ou seja, não é reconhecida como transtorno mental. (eu sei que houve suspiros de alívio agora...).
Na minha concepção, é totalmente compreensivo que chegando certa fase do desenvolvimento humano, queira se parar de crescer e dizer pra si mesmo: chega, pode parar porque aí já está bom.
A magia e as aventuras dão lugar às responsabilidades, que só aumentam. E com isso, as cobranças surgem de toda parte. De repente, você não pode mais chorar e gritar por sua mãe. Não se pode mais, pedir ao médico que lhe prescreva antibiótico ao invés de bezetacil, porque aquela injeção desgraçada dói demais.
Do nada, acabam as mesadas e você é o responsável por suas contas (quer saber, nunca tive mesada).
Agora, é hora de administrar tuas contas e ficar atento se vencem de acordo com o dia em que você recebe, se a compra que fizeste cabe ou não, dentro do teu orçamento. Que difícil! Não sei, mas tenho a impressão de que os cálculos se equivocam continuamente...
Como num piscar de olhos o ensino médio chega ao final, você se forma e todo mundo te pergunta: o que vais cursar?
Ah, como é bom quando se aprende a sonhar desde cedo, “o que você vai ser quando crescer?”.
Quando somos crianças tudo é mais fácil. Hoje se quer ser médico, amanhã ser professor... Mas quando a idade chega o sonho não fala por si só. Agora, ele vem acompanhado de campo de trabalho, salário que a profissão atribui e a maldita concorrência.
Então, escolhe-se pelo que consideramos ser mais lucrativo. Afinal, poucos são os que podem se dar ao luxo de estudar o curso esse ou aquele, só porque está na moda.
O curso chega ao fim, não se pode mais usar a desculpa de que és estudante ou estagiário quando erra feio em algo que foi atribuído a você. E nem pensar em declinar competência, agora és um profissional formado.
Quando se está estudando, há estágios por toda parte, se “pula de galho em galho”, se “vira” como se pode.
Fim de meta, cobranças maiores. Vais trabalhar com quem? Onde? Com o que?
Tantos anos estudando, tanto dinheiro aplicado, tantos dias sem dormir, tanta sola de sapato... Faça chuva, faça sol... E você ali, firme e forte. A espera do “fim”. O final chega, conclui-se: é apenas o começo.
É evidente que todos nós temos medo de fracassar. Seja em relacionamento, seja profissionalmente... Em qualquer área da vida, o medo de todo ser humano, sujeito a falhas, é o mesmo: MEDO DO FRACASSO.
Tive o imenso prazer de conhecer um Juiz de direito que prestou concurso seis vezes e reprovou, apenas na sétima tentativa, tornou seu sonho em realidade. Apenas na sétima tentativa...
A vida está convidando para que vivamos, mas para isso, não se pode de forma alguma, deixar de correr riscos por medo de não lograr êxito. Afinal, pior do que arriscar-se e falhar, é ser masoquista a ponto de ficar a vida inteira se torturando, pensando o que teria sido, se tivesse tentado.
Se as oportunidades surgem, temos mais é que aproveitar. É melhor do que se manter inerte e com isso deixar a vida passar em branco.
A vida está convidando para que vivamos, mas para isso, não se pode de forma alguma, deixar de correr riscos por medo de não lograr êxito. Afinal, pior do que arriscar-se e falhar, é ser masoquista a ponto de ficar a vida inteira se torturando, pensando o que teria sido, se tivesse tentado.
Se as oportunidades surgem, temos mais é que aproveitar. É melhor do que se manter inerte e com isso deixar a vida passar em branco.
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